Conheça as doenças de pele mais comuns

Você sabia que as doenças de pele são a uma das principais causas de incapacitação no mundo? Uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago (EUA)  mostra o quanto o maior órgão do corpo é suscetível às enfermidades.

A boa notícia é que está cada vez mais fácil minimizar os efeitos dessas doenças e recuperar o bem-estar! Para saber mais, acompanhe este artigo e fique por dentro de alguns dos males mais recorrentes.

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Por que é importante conhecer as doenças de pele?

Alguns dos problemas dermatológicos mais recorrentes são — acredite — os que mais comprometem a qualidade de vida dos pacientes. Os sintomas vão de dores e deformações físicas a distúrbios psicológicos, prejudicando a vida pessoal e profissional.

Assim, o conhecimento é importante porque, uma vez presentes, nem sempre as doenças de pele são fáceis de tratar. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de o tratamento ser simples e eficaz.

Quais são as doenças mais comuns e como tratá-las?

Dermatites, psoríase e o câncer de pele estão entre as doenças de pele mais comuns. Conheça as características de algumas delas, bem como os respectivos tratamentos.

Câncer de pele

O câncer de pele (tumor maligno mais registrado no Brasil) é prova do porquê é preciso ficar atento aos sinais. Uma pinta diferente, por exemplo, pode indicar um tumor em fase inicial.

Após o diagnóstico, o tratamento costuma ser a cirurgia para a remoção do tumor. Mas, muitas vezes, são necessárias terapias complementares (como radio, quimio ou imunoterapia), além de medicações tópicas e/ou orais.

Existem dois tipos principais de câncer de pele:

Não-melanoma

Mais prevalente, o câncer de pele não-melanoma tem baixa letalidade. Divide-se em carcinomas basocelulares (CBC) e espinocelulares (CEC). Os CBC aparecem nas camadas mais profundas da epiderme; já os CEC, em células escamosas superficiais. A exposição ao sol e a carga genética são fatores importantes para o aparecimento dos tumores.

Melanoma

Mais agressivo, devido à capacidade de provocar metástases. Porém, representa apenas 3% dos tumores malignos e tem 90% de chances de cura quando tratado precocemente.

Geralmente, manifesta-se como uma pinta escura e disforme, que muda de tamanho, textura e/ou formato. Muitas vezes, fica em áreas difíceis de serem percebidas pelo próprio paciente.

Dermatites

Dermatites são inflamações na pele que provocam vermelhidão e, em casos mais graves, lesões. Há três tipos principais:

Dermatite atópica

Doença crônica, não contagiosa. Caracteriza-se por uma pele extremamente seca, com crostas e erupções que coçam bastante. A dermatite atópica aparece nas dobras de joelhos e cotovelos. Pode estar relacionada a crises de rinite e asma.

É tratada com cremes hidratantes, medicamentos tópicos, ingestão de anti-histamínicos ou, em casos mais complicados, antibióticos.

Dermatite de contato

Desencadeada pela exposição a algum agente ao qual a pessoa tem sensibilidade. As substâncias mais comuns são plantas, metais, tecidos, cosméticos, entre outras. A dermatite de contato pode provocar irritação (dermatite irritativa) ou alergias (dermatite alérgica), indo de um ardor leve a coceiras intensas.

O tratamento é a remoção da causa — identificada por meio de um teste de contato (patch test). Além disso, utilizam-se medicamentos locais, orais ou injetáveis. Na fase aguda, indica-se o uso de compressa (úmida, secativa ou antisséptica).

Dermatite seborreica

Doença crônica, não contagiosa, cuja origem pode ser genética ou decorrente de fatores externos (alergias, cansaço extremo, estresse emocional, uso de medicamentos, abuso de álcool etc). Caracteriza-se por descamações brancas (caspa) ou amarelas (oleosas). A dermatite seborreica aparece no couro cabeludo, pálpebras, sobrancelhas, atrás das orelhas, nas laterais do nariz e no tórax. Pode levar à queda de cabelo.

O tratamento é feito com xampus específicos para o problema e, se necessário, aplicação de loções ou pomadas com ativos antifúngicos.

Psoríase

A psoríase é uma inflamação crônica, não contagiosa. Tem causas múltiplas, relacionadas com o sistema imunológico, com a susceptibilidade genética e com o estilo de vida.

Surge, principalmente, nas articulações e costas. Gera placas avermelhadas, que descamam e coçam. Às vezes, a pele resseca e racha, chegando a sangrar. Também pode provocar inchaço e rigidez nas juntas.

É uma doença cíclica, ou seja, os sintomas aparecem e desaparecem — o que impacta na autoestima dos pacientes.

Há diversos tipos de psoríase, por isso as abordagens devem ser individualizadas. Em sua forma mais leve, costuma ser tratada com medicamentos tópicos e exposição ao sol.

Em casos graves, necessita de medicamentos orais, injetáveis ou fototerapia. Por vezes, indicam-se terapias combinadas.

Quais são os riscos da automedicação?

A automedicação pode piorar o estado do paciente. Além do risco de sofrer consequências graves, a prática reduz a eficácia dos remédios e/ou provoca dependência.

Por isso, a melhor maneira de prevenir ou tratar doenças de pele são os cuidados diários. Use protetor solar, evite álcool e cigarro, adote um estilo de vida saudável e visite o dermatologista regularmente.

Para um leigo, um câncer de pele, por exemplo, pode passar despercebido ou ser confundido com uma lesão benigna. Não vale a pena arriscar!

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