Pele oleosa: das causas aos tratamentos

Entre os quatro tipos de pele existentes — normal, seca, mista e oleosa — a última costuma ser a que gera mais reclamações. As queixas vão do brilho excessivo à acne de diferentes graus. Se você também tem a pele oleosa, confira as principais causas e tratamentos para controlar, de vez, o excesso de oleosidade. Sua autoestima agradece!

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Você sabe mesmo qual é o seu tipo de pele?

Primeiramente, você tem certeza de que tem a pele oleosa? Ou a sensação de maior oleosidade ocorre esporadicamente, em função de alguma atividade? Para tirar a dúvida, veja como reconhecer seu tipo de pele:

Pele normal

Apresenta textura aveludada e poros pequenos. Sem excesso de brilho ou ressecamento.

No entanto, após praticar esportes sob o sol, andar em locais muito poluídos, fazer frituras etc, é comum a sensação de oleosidade aumentar. Isso não faz com que ela deixe de ser considerada normal.

Pele seca

Tem uma textura ressecada (com pequenas fissuras) e poros bem fechados. Carece de luminosidade, com maior propensão à descamação e vermelhidão.

Pode ter origem genética ou ser decorrente de desequilíbrios hormonais. Além disso, costuma ser agravada por condições externas, como banhos muito quentes.

Pele mista

Trata-se do tipo de pele mais comum no Brasil. Na zona T (que compreende a testa, o nariz e o queixo) é mais oleosa. Já no restante da face (bochechas e contorno) é mais ressecada.

Pele oleosa

Caracteriza-se pelo brilho excessivo, decorrente da maior produção de sebo. Textura grossa, com poros dilatados e bem visíveis, também são comuns.

É a mais propensa à formação de cravos e espinhas, indo do rosto ao pescoço, ombros, costas e peito.

A acne pode ser moderada (com pequenas protuberâncias) ou grave. Nesse caso, as protuberâncias são maiores, com pontos brancos ou amarelos no centro, o que deixa a região inflamada.

Quais são as principais causas da pele oleosa?

A genética é o que define o tipo de pele de cada pessoa. Porém, fatores internos e externos influenciam na melhora, ou no agravamento, das características mais marcantes.

No caso da pele oleosa, alguns fatores que levam à maior produção sebácea e, consequentemente, a piora da oleosidade, são:

  • distúrbios hormonais, principalmente na adolescência ou ligados a doenças endócrinas, como a síndrome dos ovários policísticos;
  • problemas de pele rosácea e dermatite seborreica;
  • consumo excessivo de carboidratos (ricos em farinha branca e açúcar), leite de vaca e alimentos gordurosos (frituras, chocolates com baixo teor de cacau, amendoins etc);
  • uso contínuo de alguns medicamentos, como corticoides;
  • fumar e viver sob estresse emocional constante;
  • exposição à poluição por longos períodos e/ou à radiação do sol sem o uso do filtro solar;
  • excesso de maquiagem pesada, que obstrua os poros, e/ou não removê-la, completamente, antes de dormir.

Outra causa bastante comum é lavar o rosto várias vezes ao dia, com o intuito de remover a oleosidade. Isso só estimula as glândulas sebáceas a trabalharem ainda mais.

Como cuidar da pele oleosa de maneira correta?

Como mostrado, o excesso de oleosidade resulta de vários fatores, tanto internos como externos. Por isso, somente um médico dermatologista pode traçar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento correto.

Quando a produção sebácea está controlada, basta limpar, tonificar e hidratar a pele duas vezes ao dia. Esse processo deve ser feito ao acordar e antes de dormir, sempre com produtos indicados para a pele oleosa.

Uma boa dica é usar cosméticos oil-free (em gel, não cremes), inclusive o filtro solar. Em relação à maquiagem, produtos com efeito mate são ótimos para disfarçar o aspecto brilhante.

Já quando há complicações, como acnes, o dermatologista precisa avaliar o grau das lesões. Essas podem ir de inflamações isoladas a nódulos dolorosos, que deixam cicatrizes.

Só então é possível sugerir o tratamento, o qual pode ser: uma limpeza de pele, peeling químico, sessões de luz intensa pulsada ou um peeling mecânico/físico.

Assim, é importante procurar um dermatologista para saber a melhor forma de cuidar da sua pele. O quanto antes — ainda nos primeiros estágios da acne ou de outros problemas — melhor. Quando bem tratada, a pele oleosa tem suas vantagens (é mais iluminada, viçosa, firme etc), basta deixá-las aflorar!

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